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Choque tóxico, síndrome do

A síndrome de choque tóxico (Esta?locócico) (SCTE) foi descrita pela primeira vez em 1978 associado a casos menstruais, isto é, secundário ao uso de tampões altamente absorventes. O SCTE é provocado essencialmente pela toxina-1 da síndrome de choque Tóxico sendo produzida por 90100% das estirpes de Staphylococcus aureus associados aos casos menstruais e por mais de metade das estirpes responsáveis pelos casos não-menstruais. Para o diagnóstico desta rara entidade clínica, devemonos basear nos critérios revistos em 1997 pelo Centers for Disease and Prevention (CDC), que ainda se mantêm actuais. Aproximadamente metade dos casos de SCTE são não-menstruais, ocorrendo em várias situações clínicas, nomeadamente em infecções puerperais da ferida operatória, mastite, septorinoplastia, sinusite, osteomielite, artrite, queimaduras, lesões cutâneas, infecções respiratórias por in?uenza e enterocolite; entre todos estes casos, 93% envolvem mulheres. A taxa de mortalidade do SCTE é de 5%. As características clínicas comuns da SCT são: febre, erupção cutânea, hipotensão, diarreia e história de corpo estranho contendo ar, asbscesso ou cirurgia ou parto recente. O tratamento de suporte inclui os líquidos intravenosos para a hipotensão, com suporte pressor suplementar quando necessário, identificação e remoção da fonte de infecção e antibióticos. Nos pacientes em que há suspeita da SCT, devemos interná-los.

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Emergência Clínica Infectologia

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