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Marcapasso, síndrome do

A síndrome refere-se à deterioração hemodinâmica associada a sintomas dos pacientes ou a uma limitação do status funcional ótimo, a despeito do sistema normalmente funcionante. Isso é observado mais comumente com o marca-passo VVI, mas pode ocorrer em qualquer modo de marca-passo no qual o sincronismo AV é perdido. Consiste em fadiga, tontura, síncope e pulsações no pescoço e tórax, podendo acompanhar-se de efeitos hemodinâmicos adversos. Achados clínicos incluem onda a de canhão no pulso venoso jugular e queda na pressão arterial quando comparada ao ritmo sinusal normal. Os fatores fisiopatológicos que contribuem para a síndrome do marcapasso são: 1 – a perda da contribuição atrial para a sístole ventricular, 2 – o reflexo vasodepressor iniciado pelas ondas a em canhão, causadas por contrações atriais contra a valva tricúspide ocluída e observadas no pulso venoso jugular, e 3 – as regurgitações venosas sistêmica e pulmonar decorrentes da contração atrial contra a valva AV ocluída. Os sintomas relacionados com a síndrome do marcapasso podem ser prevenidos pela manutenção da sincronia AV por marcapasso de dupla-câmera ou, no caso de um marcapasso ventricular de demanda, pela programação de freqüência de escape 15-20 bpm abaixo da freqüência de estimulação (ou seja, histerese). Em virtude de tal programação, a atividade sinusal e, dessa forma, a contração atrial terá menor probabilidade de ocorrer ao mesmo tempo que a estimulação e contração ventriculares.

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Cardiologia Emergência Clínica

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