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Pancoast, síndrome de

É definida por um conjunto de sinais e sintomas secundários ao acometimento neoplásico do plexo braquial, pleura parietal, primeiro e segundo arcos costais e corpos vertebrais adjacentes, primeiro e segundo nervos torácicos, cadeia simpática paravertebral e gânglio estrelado, devido a tumor inserido no sulco superior do tórax, também denominado tumor de Pancoast.

Clinicamente, expressa-se por dor em ombro e na face dorsal do braço ipsilateralmente acometido, dormência no cotovelo e antebraço, evoluindo com fraqueza e hipotrofia muscular, inclusive com atrofia de quarto e quinto quirodáctilos.

Os critérios originais de Pancoast incluíam as seguintes características: dor braço/ombro, síndrome de Horner, destruição óssea e atrofia dos músculos das mãos.

A síndrome de Pancoast é a forma de apresentação de cerca de 4% dos cânceres de pulmão, os quais representam a primeira causa de morte por câncer em homens e a segunda em mulheres no Brasil.

O diagnóstico é realizado através da apresentação clínica, exames de imagem como radiografia e tomografia computadorizada de tórax ou ressonância nuclear magnética, necessitando de confirmação histopatológica.

Os principais sítisos de metástases são fífgado, cérebro, ossos e supra-renais. Geralmente, o tempo médio entre o início dos sintomas e o diagnóstico varia entre 5 a 10 meses.

O diagnóstico de síndrome de Pancoast é relativamente fácil quando a doença já está avançada e as manifestações clínicas são exuberantes, entretanto, deve-se suspeitar sempre que pacientes tabagistas apresentem dores crônicas em ombros e braços, sem melhora com antiinflamatórios, oportunizando assim o diagnóstico precoce.

Pancoast, síndrome de

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