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Síndrome neuroléptica maligna

Neuroleptic malignant syndrome

É uma reação idiossincrásica rara, extremamente grave e potencialmente fatal ao uso de antipsicóticos, tanto típicos quanto atípicos, bem como drogas de ação dopaminérgica. É caracterizada por febre, sonolência ou torpor, rigidez muscular e disfunção autonômica. Ocorre com maior freqüência, em associação ao uso de antipsicóticos (haloperidol, clorpromazina, flufenazina, risperidona,j olanzapina, clozapina, quetiapina), embora também possa ocorrere durante a retirada da L-dopa nos pacientes com doença de Parkinson ou em associação ao uso de antidepressivos tricíclicos, fenelzina e metoclopramida. O diagnóstico fundamenta-se em critérios clínicos e laboratoriais e exclusão de outras condições médicas gerais ou psiquiátricas que melhor expliquem os sintomas. Segundo o DSM-IV, os principais critérios são rigidez muscular grave e temperatura elevada, associadas ao uso de medicação antipsicótica. O tratamento requer a suspensão do psicofármaco, reanimação volêmica agressiva e outras medidas de suporte, geralmente numa unidade de tratamento intensivo. Os benzodiazepínicos intravenosos, a bromocriptina, a amantadina e o dantrolene podem ser úteis

Síndrome neuroléptica maligna

Emergência Clínica Psiquiatria

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