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Urrets-Zavalia, síndrome do

Por mais de meio século, a síndrome de Urrets-Zavalia (pupila fixa e dilatada) foi descrita como uma complicação pós-operatória em oftalmologia.

Desde o primeiro relato após ceratoplastia penetrante em pacientes portadores de ceratocone em uso de atropina, seu conceito foi ampliado.

Na literatura, um total de 110 casos resultaram em pupila fixa e dilatada.

Aumento da pressão intraocular (PIO) no pós-operatório imediato, facia, ar ou gás na câmara anterior parecem ser fatores de risco importantes para o aparecimento da síndrome. Sua prevenção pode ser alcançada com o uso de manitol, controle adequado da PIO e quantidade de ar ou gás na camâra anterior e iridectomia.

A incidência desta síndrome varia entre 2,2% e 17,7%. Entretanto, menos casos têm sido relatados após a década de 80 e a redução da incidência poderia resultar da melhora nas técnicas operatórias.

Mais casos são necessários para melhor compreender a fisiopatologia e evolução desta síndrome. Não existe um tratamento eficaz para esta condição.

Urrets-Zavalia, síndrome do

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